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Luciano Pires publicou em sua página no Facebook um material bastante didático sobre a agressividade, fascismo e descolamento da realidade de um ícone da esquerda moderninha: Marcia Tiburi.

A musa dos autoritários que se disfarçam de libertários é uma pessoa bem-falante, que afeta conhecimento profundo da psique contemporânea, mas que bem observada é um oráculo de banalidades e intolerância rombuda.

Nos dois vídeos abaixo isto é bastante evidente. No primeiro, em que trafega pelo campo teórico apresentando seu livro “Como Conversar Com Um fascista”, apesar de uma audiência dócil, entre sorrisos e charminho, já deixa clara sua agressividade e intolerância para com o divergente.

Observe: ela faz exatamente o que acusa os fascistas de fazerem. Ou como diz Luciano Pires, ela “nos dá uma aula teórica de como lidar com gente que pensa diferente de você e que você não suporta, portanto rotula de fascista”:

 

 

O outro vídeo é uma versão mais completa daquele que foi bastante divulgado nas redes sociais, quando abandona o programa pela chegada de Kim Kataguiri. Lá, a aula prática de fascismo de Marcia Tiburi também é evidente, mas aqui podemos observar a naturalidade com que exerce sua violência verbal, sua intolerância e seu autoritarismo mesmo quando se considera em um ambiente exclusivo, digamos assim, “direita free”.

Preste atenção: ela não tem um único argumento técnico ou minimamente racional. Toda sua opinião sobre o Relator responsável pela Operação Lava Jato na 8.ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4.ª Região (TRF4), em Porto Alegre, o desembargador João Pedro Gebran Neto, é meramente emocional, preconceituosa e exclusivamente ad hominem.

 

Definitivamente eu não gostaria nem um pouco de viver em um mundo em que o comportamento de Marcia Tiburi fosse o modelo de tolerância.

 

Artigo de Paulo Falcão.

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