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Brasília- DF 04-04-2016 O advogado-geral da União, José Eduardo Cardozo, apresenta a defesa da presidenta Dilma Rousseff na comissão especial da Câmara dos Deputados que analisa o pedido de impedimento apresentado no Parlamento contra a chefe do Executivo federal. Foto Lula Marques/Agência PT
Por Antônio Siúves 

 

“Não existe essa coisa de dinheiro público, existe o dinheiro dos pagadores de impostos”, disse  Margaret Thatcher, besta-fera de toda pobre alma esquerdista.

 

É notável como a defesa da presidente Dilma nos embates do impeachment relativa o controle dos gastos do governo.

Só faltam chamar a Lei de Responsabilidade Fiscal de chorumela.

O realinhamento da Estrela Dalva em conjunção com o juiz Moro explica a crise que derrubou a economia.

É especialmente excruciante ouvir o argumento de que não pode haver dolo nas acusações contra Dilma.

A presidente, dizem os acólitos, não tinha que saber de pedaladas ou remadas fiscais coisa nenhuma. É coisa para contador de quarto escalão.

Está ótimo este editorial da Folha lembrando como o país — em que os impostos batem em 35% do PIB — gasta muito e mal.

O marketing em torno dos programas sociais esconde a ineficácia no uso do dinheiro público, como fica demonstrado num estudo recente do banco Credit Suisse. A classe média e os mais ricos, por exemplo, são os que mais se beneficiam dos programas de creche.

“Não existe essa coisa de dinheiro público, existe o dinheiro dos pagadores de impostos”, disse  Margaret Thatcher, besta-fera de toda pobre alma esquerdista.

Enquanto isso não entrar na cabeça do brasileiro como um batatinha-quando-nasce, vamos nos constranger com a defesa que os Eduardo Cardozo fazem da presidente.

 

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